sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Sol



Pré- Scriptum- Para enquadrar a história que se segue, é preciso referir que foi escrita no transito da estrada de Loures até à calçada de Carriche ás 9 e pouco da manhã de hoje


O Sol hoje revoltou-se! Após meses em que as pessoas criticaram sem cessar, ah o sol está forte, ah o sol faz mal, ah o sol faz cancro, ah os incêndios e por ai fora, quando todos dizem que os países nórdicos é que são bons, países como Inglaterra e Noruega, o Sol revolta-se, decidiu fazer greve de manhãzinha e não aparecer e além disso contratou um conjunto de rufias, as nuvens e a chuva, para ajudarem a estragar o dia ao pessoal. Assim, ausente, causou vários acidentes e um transito inimaginável por este pais fora, e provou o seu ponto de vista. De vez em quando ainda aparecia, em gosto de gozo, como quem diz, “olhem para voçes sem mim, um patético bando de formigas, sem ordem nem governo, vejam lá se no Sahara, onde brilho muito e ninguém se queixa, se existe este tipo de caos, Não há pois não!? AH AH AH”. E assim se prova a importância do sol, por isso pensem 2 vezes antes de dizerem mal dele para a próxima.

Daqui little David boy com mais uma história minimamente e parcialmente verídica. E parva.



P.S.- E as férias? E a coerência? :S Vergonha pura :S

P.S. 2 – lol, hoje fui a procura do significado do PS, não aquele PS sinonimo de Fascismo e Asfixia democrática, mas o outro o que se escreve nas cartas, quando se tem algo mais a acrescentar no fim de uma carta. P.S- significa Post-Scriptum (do latim postscribere, verbo que significa "escrever depois") e designa o texto que se escreve depois de se assinar uma carta. Ou seja, se esqueceu de escrever algo após finalizar uma carta, usa-se o P.S para inserir alguma nota ou comentario.

É curioso não sabia nada disto e isto apenas está aqui escrito porque eu queria escrever Pre-S no inicio, mas não tinha a certeza se era correcto, no final achei melhor escrever Pré-Scriptum, ehehehe, (não percebo bem qual a piada disto, mas bem escondida deve ter algum pouquito) J

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O que é que o Benfica tem a ver com o Guitar Hero?

Olá a todos, neste preciso momento que escrevo este post, dói-me o pescoço, a cabeça, os dedos, os braços e estou com uma descarga de adrenalina impressionante, isto deve-se unicamente ao facto de ontem ter comprado o Guitar Hero, e tendo hoje já dado cerca de 6 ou 7 concertos.
Mas voltando ao dia de ontem, para se perceber o porque da ”loucura” de comprar o jogo assim á toa.
Desde á uns dias que ando a procura de informação e a pensar como iria fazer para poder jogar o jogo do pc, pensei em manda-lo vir pela net, compra-lo em Inglaterra, comprar apenas a guitarra e fazer o download possivelmente ilegal da net, rouba-lo a uma criança de cinco anos, pronto pensei de tudo. Assim e tendo em conta que tenho red pass do Benfica (bilhete de época, para os mais distraídos) e o Glorioso jogava em casa, lá fui eu para o Colombo ter com uns amigos e aproveitei para ver umas lojas de jogos e informática e assim, chegando á FNAC apercebi-me que eles tinham alguns exemplares do jogo com a guitarra incluída. Mas a guitarra tinha de ficar para depois, a barriga dava horas e o já não faltava muito para o Benfica.
Chegando ao estádio, 40.000 pessoas, pa uma segunda feira nada mau, lá começamos a ver todos o jogo e ainda a queixar-nos um pouco do frio e amaldiçoarmo-nos a nós próprios por nos termos esquecido a camisola, nem nos passava pela cabeça que não iríamos ter frio e o que lá vinha naqueles 90 minutos á antiga. 1-0 golo de Javi Garcia, ainda há poucos minutos atrás, o “primo” de duas filas atrás referia que só faltava ao Javi um golinho. Passados poucos minutos 2-0 e o frio começava a desaparecer 3-0, e Aimar pega na bola no meio campo adversário, começa o malabarismo, o publico levanta-se nos milisegundos de expectativa e golo, 4-0, tendo ao fim dos 90 minutos 8-1, já todos conhecemos a história, se não conhecem não devem ter estado em Portugal no dia de ontem ou de hoje. Lá sai eu do estádio todos contente com os meus amigos e como os outros 40.000. Um deles tinha de comprar um telemóvel, enquanto ele comprava o dito cujo, a minha cabeça já pensava compra não compra, compra não compra e pesaram alguns factores para comprar. 1º e mais importante porque comprar? Porque quero, porque gosto e porque posso, seguido de o facto de comprar em Portugal, caso exista algum problema posso trocar ou mandar arranjar e porque o podia ter já ontem. E pronto assim se demonstra o efeito do Benfica em Portugal, a confiança aumentou imediatamente, para se aumentar o emprego, para o aumento da produtividade, é necessário investimento e foi exactamente isso que eu fiz. Esta época promete, possivelmente até da tão longa e eterna crise saimos.

Voltando ao Guitar Hero (mesmo após ter escrito isto tudo, a adrenalina ainda me corre nas veias, parece que estou maluco), ontem não o experimentei, estava cansado, os pais a dormir, não tinha fones, ficou para de manha, acordei, lavei os olhos, instalei e joguei, isto ainda antes de tomar o pequeno-almoço, ao que parece ia tendo uma hipoglicemia. Mas pronto, é assim e o jogo é muito bacano, já toquei algumas faixas, mas ainda faltam muitas (logo no inicio também tive um contratempo, porque a guitarra não funcionava, mas depois lá reparei que era uma pilha ao contrário) (estes últimos aspas não fazem sentido nenhum aqui, mas agora já estão. Azar. Estes também não fazem mas pronto)

Assim me despeço, com a promessa de num futuro muito próximo escrever o meu post das Férias, sobre o qual ainda só sei o título – “Umas férias do Avacalho”

Beijinhos e Abraços
David

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mini-Intervalo

Oi novamente, afinal ainda consegui vir aqui dar uma perninha, antes de voltar para as minhas férias, assim aproveito e venho contar como foi em Montargil.

É complicado explicar, até porque tenho a cabeça e as pestanas um pouco pesadas devido ao facto de em três noites não ter dormido nada de especial.
Mas tentando de qualquer das formas, foi praia, andar de barco, andar a curtir naquelas bóias que se agarram aos barcos, andar aos saltos na água (muito fixe mesmo, embora os meus braços e peitorais se andem a queixar á 2 dias do contrário) umas belas noites de pokerzada, na 1ª não me mostrei, mas na ultima fiz uma recuperação fantástica e apesar de ter perdido no final, o prémio combatividade já cá canta, ehehehehe.
Por fim, mas se calhar mais importante, tenho uma ideia espectacular para vocês, juntem-se com 45 a 50 amigos , dão dez euros cada um, e compram-me um PS3 com o guitar hero (com a guitarra) (e sim já tive a ver preços, é mais ou menos 450 - 500 euros :) ) para os anos, epá joguei e adorei, se fosse mais barato e se tivesse mais tempo, era compra certa, com três dias de treino já andava eu a fazer riffs à Jimi Hendrix, a saltar como os Korn em Freak on a leash e a falhar notas como os gajos de Fonzie (também me doem os dedos por sinal) , mas adorei o jogo, já andava aos pulos e a dançar com a guitarra na mão e desde que não tenha de fazer back vocals, não sei não. André vamos fazer a tal banda? eheheheh

Até Setembro pessoal, Burgau nunca mais vai ser o mesmo :P

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Férias

Olá a todos, ontem dia 17, foi o meu primeiro dia de férias, foram as minhas primeiras férias de verão desde há dois anos atrás, o que é simplesmente curioso, ou então não.
O que quero dizer com isto é que me vou ausentar apartir de hoje, ou amanha de manha, espero eu, para Montargil e depois Burgau (acho que é assim que se escreve) para uns dias de descanso, praia e divertimento, possivelmente até voltar não irei escrever nada, por isso não desesperem e espero que não sintam muitas saudades eheheh, sei de pelo menos uma miuda que para sua tristeza não vai ter com que se entreteter, mas é assim a vida.
Portanto Portem-se bem e tenham juizinho e já agora para os que também estão de férias Boas férias e para os outros, aguentem-se e Bom trabalho, mas que seja pouco e ligeiro :)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O ceptro de Aerzis

Ontem de manha, num belo e ligeiramente ventoso dia de praia lá para os lados da Ericeira, acabei de ler o ultimo livro da trilogia de "O ceptro de Aerzis". Adquiri esta trilogia, toda em conjunto, à uns meses atrás, por mera curiosidade do tipo de livro e pelo facto de ter sido escrita por autora portuguesa.
Comecei logo bem, porque mal cheguei a casa e abri o primeiro livro, não foi o meu espanto, quando descobri que das primeiras cem paginas, apenas cerca de metade estava impressa, ainda tentei entender se era mesmo assim, ou se existia algum erro, mas após ler um pouco e perceber que a história não estava a fazer sentido, dirigi-me ao balcão da fnac (já devia estar a ganhar algum dinheiro pela publicidade grátis :) ) onde tinha adquirido os livros e simplesmente troquei o primeiro livro, o único atingido pelo misterioso desaparecimento de páginas.Assim comecei a ler os livros, com algumas e por vezes razoavelmente longas paragens pelo meio, devido a interesses sobrepostos, e ao fim de cerca de 6-7 meses acabei então de ler o último.

É de elogiar a dedicação pura, a honestidade, a simplicidade e a beleza da escrita desta jovem (sim jovem, começou a escrever o primeiro livro com 15 anos e tem agora 22-23 anos) que nos conta a história de uma linhagem élfica (avó, mãe e filha) contra um "mal" que há muito assombrava aquelas terras encantadas, cheias de magia, elfos, fadas, duendes, gnomos, espíritos e anões. Ao longo dos três livros dá-nos a conhecer as três personagens principais de uma profecia, bem como o seu crescimento (pessoal, psicológico e espiritual), aventuras e amores. Aliando uma escrita atraente mas simples, sendo suficientemente descritiva para se ter a noção das situações, sem cair no exagero de dar uma grande seca ao leitor, a Inês Botelho (nome da autora), tem ainda um olhar critico sobre o mundo em que vivemos, o mundo do material, do consumismo, do aqui e agora e do capitalismo, onde tudo o que interessa são os resultados. Em oposição revela-nos um mundo fantástico, simples e natural, com preocupações ecológicas, onde é exultada a beleza e a essência da natureza e do espiritual.

Assim e partindo do principio que autora não é, e possivelmente nem tem intenção de ser, nenhum Tolkien ou parecido, conseguiu elaborar uma bela história que vale a pena ler e que nos deve fazer parar um pouquinho para pensar na nossa vida, mas também que existem muitos e bons escritores em Portugal, que se calhar para serem maiores e melhores apenas precisam de algum apoio.

Despeço-me assim com um Até á próxima

sábado, 15 de agosto de 2009

Num qualquer quente dia de verão alentejano.

6ª Feira dia 14 de Agosto, podia ser mais um qualquer extremamente quente dia passado no interior alentejano, mas não! Estava em Lisboa e tinha acabado de receber uma notícia que iria alterar o meu humor, bem como o resto da minha 6ª feira e o sábado.

Tinha falecido um conhecido, um amigo, o avô da minha melhor amiga. O seu estado era conhecido, e tendo em conta o seu problema previa-se que mais tempo menos tempo iria fazer a travessia para o outro lado. Tendo em conta que foi o 3º avô em 2 meses de amigos meus que fizera essa travessia, senti-me um pouco estranho e com uma pontinha de receio, pela tristeza dos meus amigos, pela minha e devido ao facto de só ter um avô, também ele com os seus problemas de saúde, e a quem eu não vejo ou ligo tanto como devia.

Mas mudando de atitude, porque não foi de coisas tristes que eu vim falar, tal como estava a dizer, privei algum tempo com esse senhor e a sua família, sempre o achei uma pessoa forte, bem disposta, saudável, positiva e confiante, passei os últimos dias a recordar-me dos grelhados, dos coelhos, das flores e de um sorriso ou uma risada, que demos aquando da ultima vez que tive como ele à cerca de um mês e qualquer coisa, já eu sabendo o estado dele e ele ainda suspeitando que se passava alguma coisa não sabendo ao certo o que. Mas é isso mesmo que eu quero reter, o sorriso de uma pessoa positiva e que criou/faz parte de uma família fantástica.

De certa forma sinto que ele, se juntou “lá em cima” aos outros avós (três de minha parte), partindo assim para uma vida melhor, mais feliz e mais divertida, permanecendo igualmente a olhar cá “para baixo” a cuidar dos seus e ajuda-los nas suas vidas e nas suas batalhas.

Assim despeço-me com alguma tristeza mas com um simples sorriso e desejo-lhe a ele, aos meus avós e a todos os que já fizeram essa travessia, avós ou não, um sentido .....


Descansem em Paz.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Estou de volta ?!?

Estou a pensar, talvez, se calhar, possivelmente, retomar a minha escrita, já à bastante tempo que não escrevo nada, possivelmente estarei enferrujado, mas como também nunca fui grande espingarda não irá ser nada. De qualquer das formas, não lancem para já os foguetes (ou não comecem já a ter pesadelos), porque esta vontade pode se dever apenas ao facto de estar muito cansado, e com sono, por isso a ver vamos o que os próximos dias nos trazem.

Assim deixo duas frases cinéfilas que me estão na cabeça

"I'l be Back" do maior, do Arnaldo, no Exterminador Implacavel (obra de arte, simplesmete, acrescento)

"I'm Back" do Joaozinho Malkovich, em Destruir depois de ler (É de salientar o brilhantismo e intelegencia da comédia, as pequenas nuances e o Joazinho de boxers xinelos e robe, na rua a gritar esta frase, numa alusão ao que a critica dizia sobre ele já ter morrido para o cinema)

E já agora, tendo em conta a data, e o que se passou nos ultimos dias, uma homenagem ao senhor da Guerra de 1908, o Sr. Solnado... após ver algumas coisas que ele fez, fantástico simplesmente